A educação do município enfrenta mais uma situação preocupante, agora relacionada ao pagamento dos profissionais da área.
Pelo segundo mês consecutivo, professores relataram inconsistências nos seus salários. E não se trata de casos isolados. Diversos profissionais tiveram valores descontados indevidamente, com diferenças que chegam a centenas de reais.
Há relatos de professores que tiveram dias não contabilizados corretamente, gerando prejuízos financeiros significativos. Em alguns casos, valores como oitocentos ou até mil reais deixaram de ser pagos.
Buscando esclarecimentos, estivemos em diálogo com o setor de Recursos Humanos, onde foi informado que os pagamentos são realizados com base nas informações de frequência enviadas pelas secretarias.
No entanto, a situação levanta questionamentos importantes. Professores possuem piso salarial definido e trabalham com base no mês civil. Como justificar descontos de dias em uma categoria que já tem sua remuneração estabelecida por lei?
Outro ponto preocupante é a ausência de folha suplementar no município. Isso significa que os profissionais que tiveram prejuízo só poderão receber os valores corrigidos no próximo mês, enquanto suas contas e compromissos continuam vencendo normalmente.
Diante disso, orientamos os professores a procurarem o RH e registrarem formalmente suas situações, para que os erros sejam corrigidos.
Seguiremos acompanhando de perto e cobrando providências.
Professor precisa de valorização, respeito e salário correto.
Porque educação não se faz com erro, se faz com compromisso.