Enquanto vereadores, não podemos permitir que campanhas de desinformação ganhem espaço e distorçam a realidade diante da população.
Sabemos como funciona: uma notícia que não é verdadeira começa a circular e, quando chega até as pessoas nas ruas, já criou uma narrativa deturpada. Tentamos esclarecer, conversar, explicar os fatos. Mas é impossível desconstruir uma mentira individualmente para uma cidade com mais de 140 mil habitantes. A velocidade da desinformação é sempre maior do que a da verdade.
O que preocupa é quando essa prática passa a ser estratégica quando se cria uma narrativa para desformar a opinião pública e construir uma visão distorcida sobre a Câmara de Vereadores e o trabalho realizado pelos parlamentares.
Aqui respeitamos todos os meios de comunicação. A imprensa séria é essencial para a democracia. Inclusive, reconhecemos a importância do jornalismo profissional, responsável e ético. No entanto, desinformação não é jornalismo. Quando alguém divulga uma informação que não é verídica, está indo além do debate político está atingindo a honra das pessoas.
Espalhar informações falsas ou distorcidas não é apenas um erro. É uma prática que compromete reputações, confunde a população e enfraquece a confiança nas instituições públicas.
É preciso deixar claro: divergências fazem parte da democracia. Críticas são legítimas. Mas inventar fatos, distorcer informações ou criar narrativas que não correspondem à realidade ultrapassa o campo do debate e entra no campo da irresponsabilidade.
Nosso compromisso é com a verdade, com a transparência e com o respeito à população. Porque uma sociedade bem informada toma decisões conscientes. Já a desinformação gera divisão, desconfiança e injustiça.
A democracia se fortalece com diálogo e verdade nunca com mentira.